A escolha de uma carreira nem sempre é fácil, e na maioria das vezes é um caminho tortuoso principalmente para quem se encontra na “temida” fase dos vestibulares. Saber a respeito do curso e da área com a qual se identifica já é um começo. Este blog surge, assim, para que a comunidade se integre dos assuntos que permeiam esta grande área dos materiais, bem como para que quem já está nesta área possa se atualizar e, concomitantemente, ter fácil acesso a conteúdos relacionados a ela.

Sendo esta sua área ou não, sinta-se livre para navegar neste blog e acessar seus conteúdos acerca desta extensa e envolvente área dos Materiais.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Alumina

O óxido de alumínio (Al2O3) é a base de um dos grupos de materiais técnicos de cerâmica óxida mais importantes. Os materiais de alumina se estabeleceram como material preferido para diversos tipos de aplicações. As características da alumina densamente sinterizada são:
-         Baixo custo
-         Boas propriedades mecânicas
-         Excelente resitividade elétrica e dielétrica
-         Resistente à ação química
Aplicações: isoladores elétricos, aplicações aeroespaciais, componentes resistentes à abrasão etc.
Inclusive a empresa vale tenta viabilizar a construção de uma refinaria no Pará. Saiba mais em:
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=53697


Textos de PGETEMA/PUCRS;
http://www.earthwaterfire.com/portuguese/technical_ceramics_technical.htm;
Acessados as 22:23 de 13/12/2010

Novidade médica no campo dos polímeros

A nova técnica chamada bioplastia, que compreende uma plástica sem cortes, tem como principais envolvidos os polímeros. Nela, ocorre a injeção de uma mistura de colágeno, uma proteína natural encontrada na pele e tecidos ósseos, com microesferas de polimetilmetacrilato, um polímero sintético, por meio de microcânulas, de modo a moldar o corpo do paciente através de aplicações na área desejada.

Texto produzido a partir de: http://www.polimeroseprocessos.com/curiosidades.html, acessado em 09/12/10, às 17:05



Papel sintético a partir de resíduos plásticos

Pesquisadores da UFSCar apresentaram em 2000 os primeiros resultados obtidos em uma série de estudos desenvolvidos com o objetivo principal de obter papel sintético a partir de resíduos plásticos. Diferentes resíduos de polipropileno (PP) foram caracterizados antes e após a formulação de compósitos, alguns dos quais possibilitaram processamentos posteriores por extrusão de filmes para a produção de papéis. Os resultados mostraram a viabilidade técnica do objetivo proposto, tendo sido possível a obtenção de papel para escrita e impressão a partir de resíduos de garrafas de PP, coletados seletivamente em restaurante. Comparativamente ao papel celulósico, apesar de menores propriedades de rigidez, opacidade e de impressão com tintas aquosas principalmente, os filmes de compósitos de PP apresentaram várias características semelhantes. Assim, os resultados bastante positivos a partir dessa pesquisa indicam que a fabricação de papel sintético para substituição do papel celulósico pode ser viável, a partir do reaproveitamento de resíduos plásticos urbanos.






Texto produzido a partir de: Artigo "Estudos em Reciclagem de Resíduos Plásticos Urbanos para Aplicações Substitutivas de Papel para Escrita e Impressão", Sati Manrich, Departamento de Engenharia de Materiais, 3R-nrr, UFSCar, Polímeros vol.10 n.3 São Carlos July/Sept. 2000, disponível em http://www.scielo.br/pdf/po/v10n3/3510.pdf, acessado em 23/10/2010, às 16:10

Embalagens PET monocamadas

A embalagem monocamada de PET, já utilizada por países como EUA e França, é aquela que permite que o PET reciclado entre em contato direto com alimentos e bebidas. Essa tecnologia é conhecida pela sigla URRC e é capaz de descontaminar PET pós consumo através de um sistema de superlavagem que assegura ao reciclado o mesmo nível de limpeza da matéria prima virgem. No Brasil, ainda não há previsão para a fabricação desse tipo de embalagem monocamada de PET, e só utiliza-se o processo de embalagem PET multicamada, aquela que se assemelha a um “sanduíche”, composto de 3 camadas, sendo duas delas de matéria virgem e uma no meio de plástico reciclado, que nunca entra em contato com o alimento ou outro produto que embala.



Texto produzido a partir de: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/reciclagem_de_pet_no_brasil.html, acessado em 23/07/10, às 16:10

Reciclagem de PET

O PET (polietileno tereftalato) é um poliéster muito utilizado para diversas aplicações, tais como fibras têxteis, tapetes, embalagens, cordas, compostos, fitas etc., por suas características como leveza, resistência, transparência, e reciclabilidade total,sendo um dos polímeros mais reciclados. Este fato, associado principalmente ao alto custo da resina virgem e o alto valor do produto reciclado, pois seu desempenho, dependendo da tecnologia aplicada, pode ser similar ao da resina virgem, fazem com que a reciclagem de PET seja o centro das atenções dos recicladores. Além disso, a embalagem de PET reciclada apresenta várias vantagens sobre outras embalagens do ponto de vista da energia consumida, impacto ambiental, benefícios sociais, consumo de água, entre outros.
O principal processo de reciclagem adotado no Brasil para as garrafas PET é o mecânico. A reciclagem química só atinge bons rendimentos quando se fazem uso de soluções altamente concentradas, altas temperaturas e altas pressões.

Texto produzido a partir de: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/reciclagem_de_pet_no_brasil.html, acessado em 23/07/10, às 16:10

Titânio

Muito utilizado em diversos equipamentos industriais devido a sua alta resistência à corrosão, o titânio é também um importante componente em outras ligas metálicas, tais como as de ferro e alumínio.
É encontrado em meteoritos, no Sol e em outras estrelas, em rochas ígneas e em minerais como o rutílio, o esfênio e a ilmenita, esta última sendo a principal fonte econômica de titânio, do qual o metal é extraído primeiro pela ação do cloro e carbono sobre o minério, no qual se obtém o tetracloreto de titânio que será reduzido com magnésio para a obtenção do metal.
Na presença do cloro, em algumas aplicações o titânio é considerado mais resistente à corrosão que o aço inoxidável, sendo por muitas vezes também considerado inerte. Assim, é aplicado em locais que demandam alta resistência à corrosão à água do mar, por exemplo, como em hélices de barcos. Além disso, o titânio e suas ligas encontram importantes aplicações na área da saúde, como em próteses ósseas, implantes dentários e instrumentos cirúrgicos.

Texto produzido a partir de: http://www.mspc.eng.br/quim1/quim1_022.asp, acessado em 09/12/12, às 11:01

Quilatagem do ouro

Para poder ser transformado em jóia, em geral, o ouro deve ser misturado a outros metais, pois puro ele é muito mole. A adição destes outros metais pode mudar a coloração do ouro, que pode variar de amarelo a vermelho ou branco.
Convencionou-se, para determinar qual a porcentagem de ouro numa liga, utilizar-se o termo quilatagem, simbolizado pela letra K. Assim, o ouro puro, a !00%, equivale a 999 pontos e 24K, enquanto o ouro com 75% de pureza, ou 750 pontos, é o ouro 18K, um dos mais utilizados nas joalherias brasileiras.
Texto produzido a partir de: http://guia.mercadolivre.com.br/historia-curiosidades-sobre-ouro-6444-VGP, acessado em 09/12/10, às 12:03



Ouro

O ouro, como metal nobre, é naturalmente obtido sob a forma de pepitas em minas. As primeiras minas eram egípcias e datam de mais de 4000 anos. No entanto, o ouro pode ocorrer também sob a forma de grãos pequenos disseminados em veio de quartzo e, quando encontrados, são separados da areia por meio de batéias. Quando estão dentro de rochas, os pequenos grãos de ouro são extraídos através de moagem e passagem sob o mercúrio ou cianeto de sódio; no mercúrio, o ouro se dissolve, forma a amálgama e é então obtido através da destilação desta amálgama. Já quando submetidas ao cianeto de sódio, as rochas são aeradas, e por solubilidade se separam do ouro, que é posteriormente precipitado pela adição de zinco metálico.
As principais utilizações do ouro se dão como forma de padrão monetário internacional e na aplicação em jóias, seja em dourações por galvanoplastia ou na confecção de jóias de ouro maciço ou em liga.
Texto produzido a partir de: http://guia.mercadolivre.com.br/historia-curiosidades-sobre-ouro-6444-VGP, acessado em 09/12/10, às 10:35; http://www.galvanum.com.br/curiosid.htm, acessado em: 09/12/10, às 14:00